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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Creepypasta #14- GhostHouse.exe

Um dia, quando estava na página inicial do site Clickteam, eu estava dando uma olhada na seção de jogos em exibição, e nisso, encontrei um jogo chamado "Ghosthouse". Ele era o 1º lugar na lista de jogos do mês, então decidi experimentá-lo. O estranho é que a imagem abaixo do título do jogo não carregou. Eu atualizei a página, mas ainda assim ela não carregava. Tentei usar o Google Chrome (eu estava usando o Internet Explorer, anteriormente), e a imagem ainda não fora carregada. Com isso, simplesmente presumi que eles não tinham uma imagem para o jogo.

Ao clicar no link de download, ele veio com uma caixa de diálogo com apenas um arquivo executável chamado "GhostHouse.exe." Era o único arquivo que precisava ser baixado, e com isso em mente, eu baixei o jogo em meu disco rígido. Assim que o download terminou, o som de confirmação de download (DING!) fora substituído com o som de erro ou corrupção. Verifiquei o arquivo, mas ele estava lá em meu desktop; nada de errado com ele.

Eu queria muito jogar aquele jogo, mas precisava ir tomar conta da filha de minha tia Becky (o que significava que eu também tinha que ficar de olhos nas suas sobrinhas, Jessie e Carlos, yay), então transferi o arquivo para um CD-RW e levei-o comigo. Poucos minutos depois de ficar confortável em sua casa, eu entrei em seu quarto, e coloquei o CD no computador. Carlos queria saber o que eu estava fazendo, e eu disse a ele que estava prestes a instalar um jogo. Ele perguntou se podia assistir, e eu disse que tudo bem. Quando a pasta do CD carregou, cliquei duas vezes no ícone do jogo, e comecei a jogá-lo.

Foi ai que as coisas começaram a ficar estranhas. Alguns segundos depois que eu cliquei no ícone, a tela começou a piscar. Em seguida, o título do jogo apareceu. Não havia nenhuma introdução, nenhum logotipo de inicialização, nada; simplesmente fui levado direto para a tela de título. Havia apenas três opções - Novo Jogo, Carregar Jogo, e Opções. Dei uma olhada nas Opções, e havia apenas três configurações lá: Música, Som e Sair. As caixas de som de lá não funcionavam, então a única coisa que eu podia fazer era Sair. A opção Carregar parecia não funcionar. Pelo menos, ainda sobrava uma ultima opção... Novo Jogo. Apertei a Barra de Espaço, e fui colocado direto no jogo, sem nenhuma história ou enredo para me explicar o que estava acontecendo.

A jogabilidade era apenas um jogo de tiro em primeira pessoa, onde você tinha que eliminar todos os fantasmas e escapar de lá vivo. Havia somente um contador de fantasmas e uma barra de vida. Quanto aos gráficos, eles eram em preto-e-branco, mas em 3D (3D real, não igual ao jogo Wolfenstein 3D). Parecia com gráficos que você normalmente veria em um jogo de Playstation 1. Não havia realmente muito mais a dizer sobre ele... exceto por uma única sala. Ela estava infestada por fantasmas, provavelmente de uns 8 a 12 fantasmas. Eu estava apanhando pra caralho lá dentro; minha barra de vida diminuía cada vez mais a cada segundo. Pouco tempo depois, eu estava morto. Um texto, dizendo "GaME OvEr", em uma fonte sangrenta e quase ilegível. Em seguida, o computador me deu uma tela azul de erro. Porém, não havia nenhum texto branco sobre ela, apenas uma tela azul brilhante e sem vida. Fiquei revoltado, e decidi desligar o computador.

Mas antes de fazer isso, Carlos me disse para olhar para a tela. Havia ficado tudo escuro, e eu podia ouvir um som de baixa freqüência zumbindo do computador... Mas isso não era possível, já que as caixas de som não estavam funcionando. Em seguida, na tela, vimos uma foto do rosto de alguém, mas a foto fora imediatamente quebrada em pedaços e espalhada por toda a tela. O zumbido ficou mais alto, o que fez com que pulássemos de susto. O computador fez isso mais umas três vezes, antes do fim deste "vídeo". Ele mostrou um texto branco, somente dizendo: "NADA FORA ENCONTRADO". Pensando no rosto que aparecera, ele se parecia um pouco com o rosto da Jessie, mas era difícil de dizer. Eu e Carlos nos olhamos por alguns segundos, antes de irmos para o outro quarto, chocados.

Algumas semanas depois, recebi um telefonema da casa da tia Becky. Mas quando atendi ao telefone, tudo que eu podia ouvir era alguém dizendo algo parecido com: "RED...ED...R-UM...". Parecia muito com a voz de Carlos. Assustado, fui para a casa deles o mais rápido possível (eles moravam a poucas quadras de distância de mim, então não era uma viagem muito longa). Assim que cheguei lá e chamei as crianças, ninguém respondeu. Aparentemente, não havia ninguém na casa. A TV estava ligada, mas sem sinal e com um barulho horrível de chiado. Aquilo me deixou assustado, mas infelizmente criei coragem, e fui direto para a sala de jantar... Lá dentro, encontrei Jessie, deitada no chão, e com seu rosto literalmente mutilado. Eu conseguia ver os ossos por baixo de sua carne. No chão, ao lado dela, estavam pedaços de sua pele, colocados em uma pilha. Logo depois de ver aquilo, de repente, o computador começou a fazer um barulho extremamente alto, e em seguida, deu um pipoco, e aparentemente queimou. Aquilo tudo fez com que eu quase me cagasse nas calças. Depois disso, fui correndo chamar a polícia.

Liguei para o 190, e eles imediatamente chegaram lá. Eu estava esperando do lado de fora, e quando eles chegaram, corri direto para o policial, dizendo-lhe o que havia acontecido. Eles correram para dentro, revistaram a casa toda, mas não encontraram nada. Ele então me avisou para nunca mais pregar uma pegadinha daquelas novamente, ou eu estaria em apuros.  Enquanto eles iam embora da casa de Becky, eu me perguntava: "O que eles queriam dizer com ‘não encontraram nada lá dentro?’". Voltei lá pra dentro, e para minha surpresa, todo mundo estava na sala de estar, exceto Jessie. Perguntei onde ela estava, e Becky simplesmente respondeu: "Não sei, me diga você, eu não a vejo desde a noite que você veio cuidar das crianças.”

Um comentário:

  1. medonho essa história véi!pricipalmenta na parte do zumbido,e a tela azul da morte se texto!muito bom.

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