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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Creepypasta #37- Escadas


Em 1984, viveu sozinha uma velha viúva em uma casa histórica que estava completamente imóvel e presa a sua cadeira de rodas. Desde a misteriosa morte de seu marido, ela exigiu os cuidados de uma enfermeira que visitaria-a diariamente para ajuda-la com suas tarefas diárias. O que tornava as coisas mais complicadas é que os dois andares da casa eram apenas conectados por uma escadaria interna. Quando a senhora precisava ir para o segundo andar ou descer, a enfermeira tinha que carregar seu frágil corpo como um bebê, para cima e para baixo. Um dia a polícia recebeu uma ligação da viúva. Havia acontecido um assassinato.

Sendo que naquela época as unidades de polícia eram poucas naquela época, e sendo que o assassino já tinha fugido do local, apenas um detetive tinha sido mandando para conduzir o relatório inicial do crime. Ele chegou para encontrar o corpo da enfermeira espalhado pelo chão com suas cordas vocais arrancadas para fora em uma piscina de sangue no primeiro andar da casa, com a senhora no topo da escada de cadeiras de rodas olhando para ele, ainda em silêncio, aparentemente em choque. Ele pode imediatamente descarta-la dos suspeitos, por conta de suas inabilidades para se deslocar pela escada, e por conta que ela estava presa lá em cima o tempo todo durante o assassinato. Era parecido com a morte de muitos anos atrás, do marido da velha senhora, que tinha sufocado em seu sono no sofá do andar de baixo.

O detetive colocou suas luvas, tirou fotos, procurou evidências, e cobriu o corpo até que o médico legista chegasse mais tarde - coisas de rotina do trabalho. Ele vasculhou o andar de baixo da casa procurando algumas pistas, e perguntou para a senhora se ele podia olhar o andar de cima. Ela insistiu que estava no andar de cima o tempo todo e ninguém havia estado lá em cima o dia todo a não ser ela aquele dia, mas independente disso o detetive subiu as escadas a qual ela se negava sai da frente.

Além da escada, havia um corredor estreito, com três portas fechadas ao longo dela. Ele verificou por trás de cada uma das portas, o quarto vazio - nada, o banheiro- nada. Ele tornou-se ansioso enquanto lentamente fez seu caminho para o quarto final, onde a velha senhora dormia. Abriu-a e tudo parecia normal. Uma cama, um armário e uma mesa de cabeceira com uma lâmpada. Ele verificou todas as paredes da sala em horror, não era o que ele tinha descoberto que o tinha deixado em pânico, mas  sim o que ele não descobriu que o fez parar de imóvel em seus calcanhares e pegar lentamente a arma no cós da calça. Foi um detalhe tão pequeno que tinha esquecido completamente que na última investigação da morte do marido. Não havia nenhum telefone no andar de cima. De repente, ele ouviu um barulho que o fez  retirar a arma e sair correndo do quarto, apenas para encontrar uma cadeira de rodas vazia no topo das escadas.

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